quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Alunos 2º Ano- Depoimentos sobre a troca de turnos

Segue abaixo os depoimentos dos alunos do 2º ano A do período da manhã da E.E. Profª Amália G. R. Patto, sobre a troca de turno (matutino-noturno), a princípio sem opção de escolha.


terça-feira, 26 de junho de 2012



Guia Prático da NOVA ORTOGRAFIA

Saiba o que mudou na ortografia 


brasileira
Versão atualizada de acordo com o VOLP
por Douglas Tufano
(Professor e autor de livros didáticos de língua portuguesa)
O objetivo deste guia é expor ao leitor, de maneira objetiva, as alterações introduzidas na ortografia da língua portuguesa pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, por Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e, posteriormente, por Timor Leste. No Brasil, o Acordo foi aprovado pelo Decreto Legislativo no 54, de 18 de abril de 1995.
Esse Acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não afetando nenhum aspecto da língua falada. Ele não elimina todas as diferenças ortográficas observadas nos países que têm a língua portuguesa como idioma oficial, mas é um passo em direção à pretendida unificação ortográfica desses países.
Este guia foi elaborado de acordo com a 5.ª edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), publicado pela Academia Brasileira de Letras em março de 2009.

Mudanças no alfabeto

O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras k, w e y. O alfabeto completo passa a ser:

A B C D E F G H I J
K L M N O P Q R S
T U V W X Y Z

As letras k, w e y, que na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações. Por exemplo:
  • na escrita de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (watt);
  • na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kung fu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkiano.

Trema

Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui.
Como eraComo fica
agüentaraguentar
argüirarguir
bilíngüebilíngue
cinqüentacinquenta
delinqüentedelinquente
eloqüenteeloquente
ensangüentadoensanguentado
eqüestreequestre
freqüentefrequente
lingüetalingueta
lingüiçalinguiça
qüinqüênioquinquênio
sagüisagui
seqüênciasequência
seqüestrosequestro
tranqüilotranquilo


Atenção: o trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Müller, mülleriano.

Mudanças nas regras de acentuação

1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).
Como eraComo fica
alcalóidealcaloide
alcatéiaalcateia
andróideandroide
apóia(verbo apoiar)apoia
apóio(verbo apoiar)apoio
asteróideasteroide
bóiaboia
celulóideceluloide
clarabóiaclaraboia
colméiacolmeia
CoréiaCoreia
debilóidedebiloide
epopéiaepopeia
estóicoestoico
estréiaestreia
estréio (verbo estrear)estreio
geléiageleia
heróicoheroico
idéiaideia
jibóiajiboia
jóiajoia
odisséiaodisseia
paranóiaparanoia
paranóicoparanoico
platéiaplateia
tramóiatramoia


Atenção:
essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas e os monossílabos tônicos terminados em éis eói(s). Exemplos: papéis, herói, heróis, dói (verbo doer), sóis etc.
2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo.
Como eraComo fica
baiúcabaiuca
bocaiúvabocaiuva*
cauílacauila**
*  bacaiuva = certo tipo de palmeira
**cauila = avarento


Atenção:
  • se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos des), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí;
  • se o i ou o u forem precedidos de ditongo crescente, o acento permanece. Exemplos: guaíba, Guaíra.
3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).
Como eraComo fica
abençôoabençoo
crêem (verbo crer)creem
dêem (verbo dar)deem
dôo (verbo doar)doo
enjôoenjoo
lêem (verbo ler)leem
magôo (verbo magoar)magoo
perdôo (verbo perdoar)perdoo
povôo (verbo povoar)povoo
vêem (verbo ver)veem
vôosvoos
zôozoo
4. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.
Como eraComo fica
Ele pára o carro.Ele para o carro.
Ele foi ao pólo Norte.Ele foi ao polo Norte.
Ele gosta de jogar pólo.Ele gosta de jogar polo.
Esse gato tem pêlos brancos.Esse gato tem pelos brancos.
Comi uma pêra.Comi uma pera.


Atenção:


- Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3ª pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3ª pessoa do singular.
Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.
- Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição. Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim.
- Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.). Exemplos:
Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros.
Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de Sorocaba.
Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra.
Ele convém aos estudantes. / Eles convêm aos estudantes.
Ele detém o poder. / Eles detêm o poder.
Ele intervém em todas as aulas. / Eles intervêm em todas as aulas.
- É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?
5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.
6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo. Veja:
  • se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas.
    Exemplos:
    verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem.
    verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínquam.
  • se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas.
    Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras):
    verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem.
    verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua, delinquas, delinquam.


Atenção: no Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com a e itônicos.

Uso do hífen com compostos

1. Usa-se o hífen nas palavras compostas que não apresentam elementos de ligação. Exemplos: guarda-chuva, arco-íris, boa-fé, segunda-feira, mesa-redonda, vaga-lume, joão-ninguém, porta-malas, porta-bandeira, pão-duro, bate-boca.
*Exceções: Não se usa o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como
girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista, paraquedismo.
2. Usa-se o hífen em compostos que têm palavras iguais ou quase iguais, sem elementos de ligação. Exemplos: reco-reco, blá-blá-blá, zum-zum, tico-tico, tique-taque, cri-cri, glu-glu, rom-rom, pingue-pongue, zigue-zague, esconde-esconde, pega-pega, corre-corre.
3. Não se usa o hífen em compostos que apresentam elementos de ligação. Exemplos: pé de moleque, pé de vento, pai de todos, dia a dia, fim de semana, cor de vinho, ponto e vírgula, camisa de força, cara de pau, olho de sogra.
Incluem-se nesse caso os compostos de base oracional. Exemplos: maria vai com as outras, leva e traz, diz que diz que, deus me livre, deus nos acuda, cor de burro quando foge, bicho de sete cabeças, faz de conta.
* Exceções: água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa.
4. Usa-se o hífen nos compostos entre cujos elementos há o emprego do apóstrofo. Exemplos: gota-d'água, pé-d'água.
5. Usa-se o hífen nas palavras compostas derivadas de topônimos (nomes próprios de lugares), com ou sem elementos de ligação. Exemplos:
Belo Horizonte - belo-horizontino
Porto Alegre - porto-alegrense
Mato Grosso do Sul - mato-grossense-do-sul
Rio Grande do Norte - rio-grandense-do-norte
África do Sul - sul-africano
6. Usa-se o hífen nos compostos que designam espécies animais e botânicas (nomes de plantas, flores, frutos, raízes, sementes), tenham ou não elementos de ligação. Exemplos: bem-te-vi, peixe-espada, peixe-do-paraíso, mico-leão-dourado, andorinha-da-serra, lebre-da-patagônia, erva-doce, ervilha-de-cheiro, pimenta-do-reino, peroba-do-campo, cravo-da-índia.
Obs.: não se usa o hífen, quando os compostos que designam espécies botânicas e zoológicas são empregados fora de seu sentido original. Observe a diferença de sentido entre os pares:
a) bico-de-papagaio (espécie de planta ornamental) - bico de papagaio(deformação nas vértebras).
b) olho-de-boi (espécie de peixe) - olho de boi (espécie de selo postal).Uso do hífen com prefixos
As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos (anti, super, ultra, sub etc.) ou por elementos que podem funcionar como prefixos (aero, agro, auto, eletro, geo, hidro, macro, micro, mini, multi, neo etc.).


Casos gerais
1. Usa-se o hífen diante de palavra iniciada por h. Exemplos:
anti-higiênico
anti-histórico
macro-história
mini-hotel
proto-história
sobre-humano
super-homem
ultra-humano
2. Usa-se o hífen se o prefixo terminar com a mesma letra com que se inicia a outra palavra. Exemplos:
micro-ondas
anti-inflacionário
sub-bibliotecário
inter-regional
3. Não se usa o hífen se o prefixo terminar com letra diferente daquela com que se inicia a outra palavra. Exemplos:
autoescola
antiaéreo
intermunicipal
supersônico
superinteressante
agroindustrial
aeroespacial
semicírculo
* Se o prefixo terminar por vogal e a outra palavra começar por r ou s, dobram-se essas letras. Exemplos:
minissaia
antirracismo
ultrassom
semirreta


Casos particulares
1. Com os prefixos sub e sob, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada porr. Exemplos:
sub-região
sub-reitor
sub-regional
sob-roda
2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, ne vogal. Exemplos:
circum-murado
circum-navegação
pan-americano
3. Usa-se o hífen com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, vice. Exemplos:
além-mar
além-túmulo
aquém-mar
ex-aluno
ex-diretor
ex-hospedeiro
ex-prefeito
ex-presidente
pós-graduação
pré-história
pré-vestibular
pró-europeu
recém-casado
recém-nascido
sem-terra
vice-rei
4. O prefixo co junta-se com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia poro ou h. Neste último caso, corta-se o h. Se a palavra seguinte começar com r ou s, dobram-se essas letras. Exemplos:
coobrigação
coedição
coeducar
cofundador
coabitação
coerdeiro
corréu
corresponsável
cosseno
5. Com os prefixos pre e re, não se usa o hífen, mesmo diante de palavras começadas por e. Exemplos:
preexistente
preelaborar
reescrever
reedição
6. Na formação de palavras com ab, ob e ad, usa-se o hífen diante de palavra começada por b, d ou r. Exemplos:
ad-digital
ad-renal
ob-rogar
ab-rogar


Outros casos do uso do hífen
1. Não se usa o hífen na formação de palavras com não e quase. Exemplos:
(acordo de) não agressão
(isto é um) quase delito
2. Com mal*, usa-se o hífen quando a palavra seguinte começar por vogal, h ou l. Exemplos:
mal-entendido
mal-estar
mal-humorado
mal-limpo
* Quando mal significa doença, usa-se o hífen se não houver elemento de ligação. Exemplo: mal-francês. Se houver elemento de ligação, escreve-se sem o hífen. Exemplos: mal de lázaro, mal de sete dias.
3. Usa-se o hífen com sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, como açu, guaçu, mirim. Exemplos:
capim-açu
amoré-guaçu
anajá-mirim
4. Usa-se o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos:
ponte Rio-Niterói
eixo Rio-São Paulo
5. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos:
Na cidade, conta-
-se que ele foi viajar.
O diretor foi receber os ex-
-alunos.


Sebrae: ( Serviço brasileiro de apoio ás micros e pequenas empresas)
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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Elabore um Projeto de Vida

Áreas de Conhecimento


  • Ciências Sociais: Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Sociais, Direito, Gastronomia, Publicidade e Propaganda, Licenciaturas em Geral, Psicologia, Turismo e etc.
  • Engenharias: Ambiental, Elétrica, Civil, Mecânica, Naval, de Alimentos, de Agricultura, de Petróleo e Gás, da Computação, Biomédica e etc.
  • Ciências Exatas: Astronomia, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Geofísica, Meteorologia, Ciências Aeronáuticas e etc.
  • Ciências Biológicas: Biotecnologia, Ecologia, Engenharia de Horticultura.
  • Artes: Cinema e Vídeo, Artes Plásticas, Artes Cênicas, Audiovisual, Multimídia e etc.


Qual Área e profissão você gostaria de seguir?Por quê?

Beneficios de um trabalho voluntário





Foi aprovada pela Comissão Legislativa Participativa da Câmara a sugestão de que ‘’ Estudantes da área média e Odontológica , ao se graduarem em Universidades públicas , prestem serviço obrigatório nas áreas pobres .’’ Será que seria exigir muitos dos universitários ? Esta lei é relevante ?
Certamente esta lei traz benefícios tanto aos universitários , as pessoas carentes e ao próprio governo . Sem duvida alguma , um dos benefícios para esses recém - formados  seriam que estes ganhariam mais experiências  , adaptando-se a realidade , trazendo assim , lições para suas próprias vidas .
É evidente que as pessoas carentes seriam muito gratos por este trabalho voluntario , pois carecem , muitas vezes , de falta de recursos para poderem cuidar de sua saúde e muitas vezes enfrentam filas de espera por um atendimento médico e odontológico de má qualidade .
É inegável que o governo será altamente beneficiado pois , este trabalho voluntario diminuiria os custos do governo de contratar profissionais na area da saúde o que traria benefícios aos órgãos públicos , que conseqüentemente economizaria com tais serviços .
Contudo , tais profissionais têm outras responsabilidades e vida pessoal .Assim , o ideal seria estabelecer alguns dias da semana e concretizar um horário especifico que não atrapalhem a vida particular dos mesmos.
Portanto , não há duvidas de que esta lei seria bem aceita e representaria um avanço social . 


Gabriela Fernandes Guedes N° 17

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Artigo de Opinião



Os profissionais recém-formados deveriam ou não prestar serviços gratuitos?
(Kelly Rodrigues)

Os profissionais recém-formados em universidades públicas deveriam sim de acordo com a lei da Câmara, prestar pelo menos um ano de serviço gratuito para comunidades carentes da região onde residem, visto que essa ação melhoraria o atendimento médico e também a qualidade de serviço e o nível do profissional.
O atendimento médico na comunidade seria beneficiado, pois o mesmo seria mais rápido, assim evitando filas em hospitais e postos de saúde.
A qualidade de serviço melhoraria, porque com o atendimento rápido e eficaz, os hospitais teriam mais profissionais qualificados, assim melhorando também a qualidade de vida das pessoas.
O nível do profissional será de melhor qualidade, pois como são recém-formados, não têm experiência, esse estágio, conseqüentemente, melhorará a sua qualificação preparando-os melhor para atuarem em situações mais complexas.
Portanto, a lei da Câmara deve entrar em vigor, porque não só irá beneficiar o profissional, mas também a sociedade proporcionando melhor atendimento e qualidade de vida aos que mais necessitam.

Artigo de Opinião


              Trabalhando na comunidade carente – Letícia


   Estudantes da área médica e odontológica, devem prestar serviços gratuitos à comunidade ?
   A Comissão de Legislação Participativa da  Câmara aprovou o fato de que ao entrar na faculdade o aluno teria de assinar um termo de compromisso de interagir com os carentes .
   Os universitários  devem aderir a tal lei , pois , tanto o aluno quanto o Estado serão beneficiados , assim ajudando também os carentes .
  Primeiramente , para o estudante  o cumprimento  da norma seria uma experiência proveitosa, uma maneira de encarar a realidade de seu país , também ganhando experiência para sua carreira profissional .Depois temos o Estado , seria privilegiado assim como os carentes , pois teriam a participação de um profissional nas comunidades , ajudando na falta de médicos nos postos de saúde .
   Entretanto , essa atividade não pode ocupar demasiadamente o tempo desses profissionais  , pois todos temos tarefas a fazer .
   Portanto ,essa lei deve ser aprovada, pois além de ser importante , ajuda os alunos , o estado e principalmente a comunidade . 

Artigo de Opinião

Uma questão de ética:

Pâmela S. Dos Santos

            Estudantes da área médica e odontológica,ao se graduarem em universidades públicas serão obrigados a prestarem serviços  nas áreas pobres.Seria realmente necessário chegar a tal ponto,para melhorar a saúde pública brasileira?

           A comissão de legislação participativa da câmara aprovou a sugestão e deverá ser transformada em lei.Seria totalmente relevante,se assim como,os estudantes de universidades públicas prestassem o serviço nas áreas pouco favorecidas,os estudantes de universidades particulares também fossem obrigados seria uma lei justa.

         Penso que muitas regiões brasileiras pouco favorecidas ganhariam com essa sugestão,pois,perderiam menos tempo para aguardarem uma consulta e dessa maneira teríamos um Brasil mais saudável e correto eticamente em relação a saúde,hoje em determinadas regiões pobres tão maltratados e esquecidas pelo resto da população brasileira.

               Por outro lado,seria justo também com os estudantes caso o não cumprimento da norma,não haveria a punição em  multa,se visto que já gastaram muito financeiramente na formação,e em horas extras em seus trabalhos em hospitais e postos públicos.

                Portanto,vimos que antes dessa sugestão ser transformado em lei,é importante que a comissão de legislação revise e pense nos dois lados desta norma.

Artigo de Opinião


                                Ajudando comunidades carentes
A comissão de Legislação Participativa da câmera aprovou quarta-feira a sugestão de que estudantes da area de medicina e odontológica, ao se graduarem em universidades publicas, prestem serviços obrigatório nas áreas pobres.Certamente seria feito um termo de compromisso com o aluno para que prestasse o trabalho em comunidades carentes durante um ano.
Os benefícios para as comunidades seria claro, e a area da saúde só teria a ganhar com isso. Mas o problema está nos próprios universitários que reclamam do custo que iram gastar do seu próprio bolso. É inegável que o governo poderia ajudá-los com os custos dos equipamentos de trabalho e transporte.
Essa lei deveria ser aprovada, claro que a correção de ajuda de custo dos equipamentos.Com isso os próprios estudantes ganhariam experiência, e seria uma boa forma de mostrar o próprio caráter dos alunos que estão sendo formados, já que eles estudam para ajudar pessoas sejam carentes ou não.
O governo tem de oferecer soluções para a area da saúde com qualidade, atendidas essas demandas a tendências é melhorar cada vez mais.

Luiz Felipe de O. Ascenção

Artigo de Opinião


Universitários realizando serviços gratuitos as comunidades
Profissionais recém formados em medicina e odontologia nas universidades publicas, agora tem como obrigatoriedade realizar serviços gratuitos em comunidades carentes durante o período de 12 meses. Assim diz a nova lei aprovada pela Comissão de Legislação Participativa da Câmera.
Realizando serviços gratuitos nas comunidades é evidente que os universitários irão adquirir benefícios a si mesmo, assim aprendendo a lidar com pessoas de diferentes classes sociais.
Com a nova lei recém aprovada, é inegável que as comunidades terão benefícios, como diminuição de filas em postos de saúde, pois terá mais profissionais qualificados a frente dos postos. Assim os moradores ficarão mais tranquilos no que diz respeito a saúde.
Os profissionais que estarão realizando os serviços nas comunidades carentes, certamente terão um ganho humanitário, pois estarão presente a uma realidade que poucos vêem ou presenciam.
Portanto é relevante que realizando o serviço, terão ,melhor qualificação para atuarem no futuro e ao mesmo tempo beneficiarão muitos.

Willian Thaylor, Nº 37

Artigo de Opinião


Profissional das universidades públicas      


“a comissão de legislação particular da câmara aprovou que estudantes da área média e odontológica, devem prestar serviço obrigatório nas áreas pobres, pois já que a faculdade é publica e com o não- cumprimentos da mesma serão multados.”
Penso que os estudantes da universidade pública não precisaram disso, pois ao fazer a faculdade eles são obrigados a estagiar em lugares públicos, com isso além de aprender já estarão ajudando a população carente.
O governo quer fazer isso para reduzir gastos e ao mesmo tempo dizer para a população que os está ajudando.
Portanto, o recém formado em medicina e odontologia não é obrigado a restar serviço comunitário á nenhuma área pobre da sociedade, pois cabe ao estado contratar funcionário para exercer essa função.

Tamires Caroline

Artigo de Opinião

 ''Uma boa formação se faz com pessoas solidárias''    


Atualmente,vemos diversas necessidades da sociedade,devido a falta de médicos para atender os que necessitam,e a escassez dos postos de saúde.
A falta de médicos para atender a sociedade é grande,por motivo de que os mesmos dão preferência aos hospitais particulares, pelo fato de que a renda que eles irão ganhar é maior que a de um hospital público,deixando assim a sociedade carente sem recursos básicos,sem aceso a uma boa melhoria na saúde.
Outro problema, é a ausência dos postos de saúde, pois geralmente estão fechados,e quando abertos não oferecem estruturas básicas para atender os pacientes,onde ao invés de abrir vários sem estrutura ,poderiam reabrir pelo menos um onde todos fossem bem atendidos, assim diminuindo um dos problemas enfrentados pelos pacientes.
Acredito que, haverá benefícios para todos, proporcionando a sociedade melhoria na saúde pública,e aos médicos reconhecimento no mercado de trabalho, e assim ele contribuirá também no desenvolvimento do país.
Portanto, a lei deverá ser aprovada para melhores resultados diante da sociedade,acabando com a falta dos mesmos, e reabrindo os postos para atender a sociedade.

Amanda Nayara

Artigo de Opinião


Trabalho Voluntário na saúde

 

Prestar serviços gratuitos não é uma tarefa fácil,por outro lado, favorece o sentido humanitário da profissão além de certamente beneficiar a população carente.

Em primeiro lugar um profissional recém-formado de medicina ,passa a ter contato com a realidade brasileira,afinal quantas pessoas morrem anualmente nas filas dos hospitais? Dessa forma estariam auxiliando para que estas estatísticas diminuíssem e ao mesmo tempo estariam adquirindo experiências e sem dúvida tornando-se mais humanos.

Por segundo, nossas comunidades são extremamente carentes de auxílio médico,pois marcar uma consulta é um verdadeiro desafio. É inegável que com o aumento de médicos prestando trabalhos voluntários iriam diminuir enormemente as filas e facilitaria o acesso ao setor da saúde.

Entretanto, o trabalho voluntário na área da saúde está passando de sugestão para lei, porém está incluso que seria pago uma multa para  o profissional que não realizasse esse trabalho,o que ao meu ver  é inaceitável ,pois a iniciativa deve partir do profissional,para que assim seja realizado um bom trabalho.

Sendo assim , prestar serviços gratuitamente á comunidade,traria benefícios ao profissional e certamente a população carente.

Trabalho Voluntário na saúde - Bruna Carvalho Nº 07

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Charges

1. Charges

2.Escolha Algumas das charges abaixo e redigir o assunto



3. Questões propostas para compreensão/interpretação de charges.
a.Qual o assunto abordado na charge?
b.Descrever os elementos que compõem o desenho: como são apresentados os personagens, o espaço interno e externo, a roupa cores,todos os aspectos visuais do texto e os detalhes que chamam á atenção.
c.Qual aspecto da realidade brasileira ou mundial está sendo criticado pelo desenhista?
d.Que traços dos personagens foram exagerados?
e.Na leitura da charge,vocês perceberam idéias contrárias entre os personagens?
Exemplifique.
f.na charge escolhida, houve inversão de valores sociais?Exemplifique
g.na opinião da dupla,quais elementos presentes no texto podem provocar o riso?
h.Qual a possível visão critica pode ser percebida na charge.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Charge



Artigo de Opinião

Violência nas escolas

A violência é hoje uma das principais preocupações da sociedade. Ela atinge a vida e a integridade física das pessoas . É um produto de modelos de desenvolvimento que tem suas raízes na história .
A definição de violência  se faz necessária para uma maior compreensão da violência escolar. É uma transgressão da ordem e das regras da vida em sociedade. É o atentado direto, físico contra a pessoa cuja vida, saúde e integridade física ou liberdade individual correm perigo a partir da ação de outros.  Neste sentido  Aida    Monteiro  se expressa " entendemos a violência, enquanto ausência e desrespeito aos direitos do outro"[1].  No estudo realizado pela autora em uma escola, buscou-se perceber a concepção de violência dada pelo corpo docente e discente da instituição.
Para o  corpo discente " violência representa agressão física, simbolizada pelo estupro, brigas em família e também a falta de respeito entre as pessoas ". Enquanto que para o corpo docente " a violência, enquanto descumprimento das leis e da falta de condições materiais da população, associando a violência à miséria, à exclusão social e ao desrespeito ao cidadão" .
É importante refletirmos a diferença entre agressividade, crime e violência.
A  agressividade é o comportamento adaptativo intenso, ou seja , o indivíduo  que é vítima de violência constante têm dificuldade de se relacionar com o próximo e de estabelecer limites  porque estes às vezes não foram construídos no âmbito familiar.  O sujeito agressivo tem atitudes agressivas para se defender e não é tido como violento.  Ele possui "os padrões de educação contrários às normas de convivência e respeito para com o outro ." ABRAMOVAY ; RUA ( 2002)   A construção da paz vem se apresentando em diversas áreas e mostra que o impulso agressivo é tão inerente à natureza humana quanto o impulso amoroso; portanto é necessária a canalização daquele para fins construtivos, ou seja, a indignação é aceita porém deve ser utilizada de uma maneira produtiva.
O crime é uma tipificação social e portanto definido socialmente é uma rotulação atribuída a alguém que fez o que reprovamos. " Não reprovamos o ato porque é criminoso. É criminoso porque o reprovamos"(Émile Durkheim).
Violência pode ser também “uma reação conseqüente a um sentimento de ameaça ou de falência da capacidade psíquica em suportar o conjunto de pressões internas e externas a que está submetida” LEVISKY (1995) apud  DIAS;ZENAIDE(2003)