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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Artigo de Opinião



Os profissionais recém-formados deveriam ou não prestar serviços gratuitos?
(Kelly Rodrigues)

Os profissionais recém-formados em universidades públicas deveriam sim de acordo com a lei da Câmara, prestar pelo menos um ano de serviço gratuito para comunidades carentes da região onde residem, visto que essa ação melhoraria o atendimento médico e também a qualidade de serviço e o nível do profissional.
O atendimento médico na comunidade seria beneficiado, pois o mesmo seria mais rápido, assim evitando filas em hospitais e postos de saúde.
A qualidade de serviço melhoraria, porque com o atendimento rápido e eficaz, os hospitais teriam mais profissionais qualificados, assim melhorando também a qualidade de vida das pessoas.
O nível do profissional será de melhor qualidade, pois como são recém-formados, não têm experiência, esse estágio, conseqüentemente, melhorará a sua qualificação preparando-os melhor para atuarem em situações mais complexas.
Portanto, a lei da Câmara deve entrar em vigor, porque não só irá beneficiar o profissional, mas também a sociedade proporcionando melhor atendimento e qualidade de vida aos que mais necessitam.

Artigo de Opinião


              Trabalhando na comunidade carente – Letícia


   Estudantes da área médica e odontológica, devem prestar serviços gratuitos à comunidade ?
   A Comissão de Legislação Participativa da  Câmara aprovou o fato de que ao entrar na faculdade o aluno teria de assinar um termo de compromisso de interagir com os carentes .
   Os universitários  devem aderir a tal lei , pois , tanto o aluno quanto o Estado serão beneficiados , assim ajudando também os carentes .
  Primeiramente , para o estudante  o cumprimento  da norma seria uma experiência proveitosa, uma maneira de encarar a realidade de seu país , também ganhando experiência para sua carreira profissional .Depois temos o Estado , seria privilegiado assim como os carentes , pois teriam a participação de um profissional nas comunidades , ajudando na falta de médicos nos postos de saúde .
   Entretanto , essa atividade não pode ocupar demasiadamente o tempo desses profissionais  , pois todos temos tarefas a fazer .
   Portanto ,essa lei deve ser aprovada, pois além de ser importante , ajuda os alunos , o estado e principalmente a comunidade . 

Artigo de Opinião

Uma questão de ética:

Pâmela S. Dos Santos

            Estudantes da área médica e odontológica,ao se graduarem em universidades públicas serão obrigados a prestarem serviços  nas áreas pobres.Seria realmente necessário chegar a tal ponto,para melhorar a saúde pública brasileira?

           A comissão de legislação participativa da câmara aprovou a sugestão e deverá ser transformada em lei.Seria totalmente relevante,se assim como,os estudantes de universidades públicas prestassem o serviço nas áreas pouco favorecidas,os estudantes de universidades particulares também fossem obrigados seria uma lei justa.

         Penso que muitas regiões brasileiras pouco favorecidas ganhariam com essa sugestão,pois,perderiam menos tempo para aguardarem uma consulta e dessa maneira teríamos um Brasil mais saudável e correto eticamente em relação a saúde,hoje em determinadas regiões pobres tão maltratados e esquecidas pelo resto da população brasileira.

               Por outro lado,seria justo também com os estudantes caso o não cumprimento da norma,não haveria a punição em  multa,se visto que já gastaram muito financeiramente na formação,e em horas extras em seus trabalhos em hospitais e postos públicos.

                Portanto,vimos que antes dessa sugestão ser transformado em lei,é importante que a comissão de legislação revise e pense nos dois lados desta norma.

Artigo de Opinião


                                Ajudando comunidades carentes
A comissão de Legislação Participativa da câmera aprovou quarta-feira a sugestão de que estudantes da area de medicina e odontológica, ao se graduarem em universidades publicas, prestem serviços obrigatório nas áreas pobres.Certamente seria feito um termo de compromisso com o aluno para que prestasse o trabalho em comunidades carentes durante um ano.
Os benefícios para as comunidades seria claro, e a area da saúde só teria a ganhar com isso. Mas o problema está nos próprios universitários que reclamam do custo que iram gastar do seu próprio bolso. É inegável que o governo poderia ajudá-los com os custos dos equipamentos de trabalho e transporte.
Essa lei deveria ser aprovada, claro que a correção de ajuda de custo dos equipamentos.Com isso os próprios estudantes ganhariam experiência, e seria uma boa forma de mostrar o próprio caráter dos alunos que estão sendo formados, já que eles estudam para ajudar pessoas sejam carentes ou não.
O governo tem de oferecer soluções para a area da saúde com qualidade, atendidas essas demandas a tendências é melhorar cada vez mais.

Luiz Felipe de O. Ascenção

Artigo de Opinião


Universitários realizando serviços gratuitos as comunidades
Profissionais recém formados em medicina e odontologia nas universidades publicas, agora tem como obrigatoriedade realizar serviços gratuitos em comunidades carentes durante o período de 12 meses. Assim diz a nova lei aprovada pela Comissão de Legislação Participativa da Câmera.
Realizando serviços gratuitos nas comunidades é evidente que os universitários irão adquirir benefícios a si mesmo, assim aprendendo a lidar com pessoas de diferentes classes sociais.
Com a nova lei recém aprovada, é inegável que as comunidades terão benefícios, como diminuição de filas em postos de saúde, pois terá mais profissionais qualificados a frente dos postos. Assim os moradores ficarão mais tranquilos no que diz respeito a saúde.
Os profissionais que estarão realizando os serviços nas comunidades carentes, certamente terão um ganho humanitário, pois estarão presente a uma realidade que poucos vêem ou presenciam.
Portanto é relevante que realizando o serviço, terão ,melhor qualificação para atuarem no futuro e ao mesmo tempo beneficiarão muitos.

Willian Thaylor, Nº 37

Artigo de Opinião


Profissional das universidades públicas      


“a comissão de legislação particular da câmara aprovou que estudantes da área média e odontológica, devem prestar serviço obrigatório nas áreas pobres, pois já que a faculdade é publica e com o não- cumprimentos da mesma serão multados.”
Penso que os estudantes da universidade pública não precisaram disso, pois ao fazer a faculdade eles são obrigados a estagiar em lugares públicos, com isso além de aprender já estarão ajudando a população carente.
O governo quer fazer isso para reduzir gastos e ao mesmo tempo dizer para a população que os está ajudando.
Portanto, o recém formado em medicina e odontologia não é obrigado a restar serviço comunitário á nenhuma área pobre da sociedade, pois cabe ao estado contratar funcionário para exercer essa função.

Tamires Caroline

Artigo de Opinião

 ''Uma boa formação se faz com pessoas solidárias''    


Atualmente,vemos diversas necessidades da sociedade,devido a falta de médicos para atender os que necessitam,e a escassez dos postos de saúde.
A falta de médicos para atender a sociedade é grande,por motivo de que os mesmos dão preferência aos hospitais particulares, pelo fato de que a renda que eles irão ganhar é maior que a de um hospital público,deixando assim a sociedade carente sem recursos básicos,sem aceso a uma boa melhoria na saúde.
Outro problema, é a ausência dos postos de saúde, pois geralmente estão fechados,e quando abertos não oferecem estruturas básicas para atender os pacientes,onde ao invés de abrir vários sem estrutura ,poderiam reabrir pelo menos um onde todos fossem bem atendidos, assim diminuindo um dos problemas enfrentados pelos pacientes.
Acredito que, haverá benefícios para todos, proporcionando a sociedade melhoria na saúde pública,e aos médicos reconhecimento no mercado de trabalho, e assim ele contribuirá também no desenvolvimento do país.
Portanto, a lei deverá ser aprovada para melhores resultados diante da sociedade,acabando com a falta dos mesmos, e reabrindo os postos para atender a sociedade.

Amanda Nayara

Artigo de Opinião


Trabalho Voluntário na saúde

 

Prestar serviços gratuitos não é uma tarefa fácil,por outro lado, favorece o sentido humanitário da profissão além de certamente beneficiar a população carente.

Em primeiro lugar um profissional recém-formado de medicina ,passa a ter contato com a realidade brasileira,afinal quantas pessoas morrem anualmente nas filas dos hospitais? Dessa forma estariam auxiliando para que estas estatísticas diminuíssem e ao mesmo tempo estariam adquirindo experiências e sem dúvida tornando-se mais humanos.

Por segundo, nossas comunidades são extremamente carentes de auxílio médico,pois marcar uma consulta é um verdadeiro desafio. É inegável que com o aumento de médicos prestando trabalhos voluntários iriam diminuir enormemente as filas e facilitaria o acesso ao setor da saúde.

Entretanto, o trabalho voluntário na área da saúde está passando de sugestão para lei, porém está incluso que seria pago uma multa para  o profissional que não realizasse esse trabalho,o que ao meu ver  é inaceitável ,pois a iniciativa deve partir do profissional,para que assim seja realizado um bom trabalho.

Sendo assim , prestar serviços gratuitamente á comunidade,traria benefícios ao profissional e certamente a população carente.

Trabalho Voluntário na saúde - Bruna Carvalho Nº 07

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Artigo de Opinião

Violência nas escolas

A violência é hoje uma das principais preocupações da sociedade. Ela atinge a vida e a integridade física das pessoas . É um produto de modelos de desenvolvimento que tem suas raízes na história .
A definição de violência  se faz necessária para uma maior compreensão da violência escolar. É uma transgressão da ordem e das regras da vida em sociedade. É o atentado direto, físico contra a pessoa cuja vida, saúde e integridade física ou liberdade individual correm perigo a partir da ação de outros.  Neste sentido  Aida    Monteiro  se expressa " entendemos a violência, enquanto ausência e desrespeito aos direitos do outro"[1].  No estudo realizado pela autora em uma escola, buscou-se perceber a concepção de violência dada pelo corpo docente e discente da instituição.
Para o  corpo discente " violência representa agressão física, simbolizada pelo estupro, brigas em família e também a falta de respeito entre as pessoas ". Enquanto que para o corpo docente " a violência, enquanto descumprimento das leis e da falta de condições materiais da população, associando a violência à miséria, à exclusão social e ao desrespeito ao cidadão" .
É importante refletirmos a diferença entre agressividade, crime e violência.
A  agressividade é o comportamento adaptativo intenso, ou seja , o indivíduo  que é vítima de violência constante têm dificuldade de se relacionar com o próximo e de estabelecer limites  porque estes às vezes não foram construídos no âmbito familiar.  O sujeito agressivo tem atitudes agressivas para se defender e não é tido como violento.  Ele possui "os padrões de educação contrários às normas de convivência e respeito para com o outro ." ABRAMOVAY ; RUA ( 2002)   A construção da paz vem se apresentando em diversas áreas e mostra que o impulso agressivo é tão inerente à natureza humana quanto o impulso amoroso; portanto é necessária a canalização daquele para fins construtivos, ou seja, a indignação é aceita porém deve ser utilizada de uma maneira produtiva.
O crime é uma tipificação social e portanto definido socialmente é uma rotulação atribuída a alguém que fez o que reprovamos. " Não reprovamos o ato porque é criminoso. É criminoso porque o reprovamos"(Émile Durkheim).
Violência pode ser também “uma reação conseqüente a um sentimento de ameaça ou de falência da capacidade psíquica em suportar o conjunto de pressões internas e externas a que está submetida” LEVISKY (1995) apud  DIAS;ZENAIDE(2003)